Novidades

15/12 - A todos que esperavam, como eu, mais um episódio inédito de House antes de um recesso. A Fox resolveu cancelado. Inicialmente estava na programação, mas agora consta somente para o dia 11 de Janeiro. Portanto, esse ano, não teremos um episódio de Natal do House.

04/12 - Avisando a todos, desde já, que na semana que vem, não haverá episódio inédito do House. A série só volta dia 14/12.

25/11 - Novas imagens foram adicionadas na nossa galeria. 04 novas fotos de Instant Karma, 06 de Brave Heart, 10 de Known Unknowns, 01 de Team Work e mais uma imagem inédita de divulgação da sexta temporada. Acessem o endereço aqui.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Californication, Terceira Temporada

ATENÇÃO: PARA MELHOR ANÁLISE DA TEMPORADA, ALGUMAS PARTES DO ENREDO SERÃO CONTADAS DURANTE O TEXTO (OS CONHECIDOS SPOILERS). PORTANTO PARA SUA SEGURANÇA, SE NÃO QUISER SABER NADA A RESPEITO, PARE DE LER O TEXTO AGORA. MAS RETORNE APÓS TER ASSISTIDO A TEMPORADA, POR FAVOR.

Quando o declínio de um homem passa da decadência elegante para uma narrativa apática.

Em minha análise sobre a segunda temporada de Californication, eu mencionava a qualidade da série em ser capaz de contar uma boa história ainda que com boa dose de exagero, o que comprovava a competência de seus roteiristas. Infelizmente o roteiro que era um primor na primeira temporada, prosseguiu bem na segunda, não se encontra nesse terceiro ato da série.

Mesmo que a arte de se produzir textos ou personagens não seja explicitamente possível de ser explicada, há um tópico comum em qualquer manual do gênero que tenta, quase em vão, dar dicas a respeito: Saiba conduzir o seu personagem, nunca deixo-o perdido como se não fosse prosseguir.

Essa é a principal sensação a assistir a terceira temporada da série. Anteriormente, era notável os dois movimentos distintos da narrativa. Em sua primeira temporada, temos um Hank Moody ainda estável, mas já naufragado em seu mal estar por ter se separado de sua bem amada, toda a temporada centra-se na possível reconquista desse amor. A segunda temporada fundamenta-se na capacidade Hank e Karen de manter a complicada relação até o momento em que, como os mesmo dizem, eles ferrarem tudo. Enquanto Hank, ainda sem inspiração, encontra na cadeia um alguém pior que ele, um Hank Moody ainda mais depravado, desiludido e mordaz.

Nessa temporada, como compreendido na última, era provável que assistíramos o relacionamento de pai e filha, enquanto Karen estivesse trabalhando em Nova York. Mas, em algum momento, esqueceram disso.

A paralisia da narrativa gera um episódio de abertura com bons momentos, mas que deixa a desejar por faltar algo que o deixe definitivo. Hank Moody começa em pleno ato sexual, percebe que sua filha fumou sua própria maconha. Boas cenas que não se encaixam com seu histórico passado, como sua volta com Karen, que supostamente, o colocaria nos eixos, e a boa relação com Becca, que sem razão está rebelde.

Moody se torna um professor universitário somente para conquistar mais amantes, que nada acrescentam a história que já conhecemos. Se envolve com uma mulher mais velha, tem um caso com uma mais nova, repetições que já aconteceram.

Assim, a trama desenvolve mais o lado de seu agente Charlie Runkle. Introduz uma nova chefe, Sue Collini, interpretada por Kathleen Turner, personagem que tem nítido apelo cômico mais se torna grotesco até pelo universo da série.

É perceptível que falta bastante ritmo para essa temporada, não casando bem o drama e o humor que sustentaram os anos passados. A ausência de Mia também é bastante significativa. Sua volta no final da temporada serve apenas para confirmar o inevitável. A expiação de sua culpa, revelando que foi para cama com Hank era o próximo passo da série, o tombo seguinte de Hank Moody, e que o espaço dos doze episódios que separam sua ida e volta são apenas um exercício para um verdadeiro gancho.

Ainda que bem inferior a sua própria qualidade, a terceira temporada rende cenas boas e um final memorável em que o público só supõe todo os gritos de Karen ao descobrir que Hank dormiu com Mia enquanto a trilha sonora brilha com Rocket Man de Elton John, fechando uma temporada estranha com um símbolo de tudo que é Hank Moody: alguém que nunca consegue parar. Um homem foguete que sempre vai além e além do fundo de seu próprio poço.

Ao menos a figura central dessa trama não perdeu seu brilho e continua irresistível. Resta saber se no próximo ano a série volta ao seu equilíbrio.



terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Notícias

Final do Ano Com Bons Números

Estamos caminhando ao final do ano. Primeiro em que as resenhas e análises foram registradas nesse blog. Esse formato foi estreado em dezembro do ano passado. Mas adquiriu forma em janeiro desse ano.

Desde janeiro até hoje, em que o contador registrar 349 dias, menos de um ano, portanto, tivemos 14824 acessos.

Para quem começou esse espaço sem nenhuma pretensão, tudo que tenho que fazer é agradecer e agradecer a você leitor que empre transita por aqui para ler as críticas ou que passa de vez em quando e deixa seus elogios sobre o conteúdo desse site.

Nos últimos meses temos conquistados mais leitores e nada é mais satisfatório do que saber que o leitor que nos lê uma vez, tem voltado outras. Nada é mais prazeiroso do que está pequena criação, onde exponho minha paixão sobre a sétima arte. Portanto, obrigado leitores pela sua participação.

Nesse ano que passou, não só acompanhei muitas séries, como fui capaz de analisar cada um dos filmes que assisti. Registrei, pela primeira vez, tudo o que vi. Em breve as inevitáveis listas surgiram no blog. Não só os melhores filmes de 2009, como uma especialmente para as produções que foram descobertas nesse ano. Aquelas antigas que conhecemos com atraso e nós surpreendem.


Novidades em 2010

Para o ano que vem, novas idéias e novos segmentos estão programados para o blog, para deixa-lo ainda mais completo no quesito cultural.

Em Janeiro, apesar da sensação de férias coletivas de muitos, o blog não entra em recesso. A Semana Em Filmes continua com as produções que assistirei, mas deixarei a sessão de séries a cargo de outra pessoa. Como convidada especial, para não perdermos o gás de sempre termos uma resenha de uma temporada as quartas, a querida Mariana Guarilha, nerd e seriemaniaca como eu, assume o posto das análises com algumas séries que ainda não foram criticadas por aqui.

Outra coluna nascerá, também, preenchendo três sábados, já que o primeiro é dedicado a coluna Preliminar. Abordando de uma maneira mais ampla o cinema, as séries e afins, a coluna Alta Fidelidade pretende ser um relato mais despretensioso e sem a obrigação de analisar algum objeto. São breve divagações de um cinéfilo, fã de séries e quadrinhos a respeito da arte e da cultura.

Em fevereiro, as análises de livros, postados esporadicamente, entram permanentemente no site, dessa vez em dia definitivo. É o momento de apresentarmos outra colaboradora do site, Karina Audi, que ao meu lado analisará todas as quintas feiras, intercaladamente, um livro e um quadrinho. Dessa maneira, abrangendo dois tipos de artes e literaturas distintas.

Com isso, esperamos que mais e mais esse pequeno blog se torne uma pequena referencia ao se tratar de filmes, livros e cinema. Quem sabe com o tempo ele tenha conteúdo suficiente para que muitos encontrem a analise de seu seriado preferido ou tirem a dúvida sobre esse ou aquele livro.

É o que desejo.

Por fim, novamente, agradeço a todos vocês.

Um feliz natal e um bom ano novo,

Excelsior,
Thiago Augusto

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Gossip Girl, Primeira Temporada

A rasa série adolescente ao menos cumpre seu papel


Quando assistimos a uma nova série, é necessário termos em mente o que podemos esperar dessa ou daquela produção. Uma série do canal HBO, sempre trará consigo uma densidade mais profunda do que muitas outras, já que é uma linha comum que o canal sempre gosta de manter. Assim como outras séries que funcionam por sua temática policial, pelos seus mistérios, ou pelos dramas de seus personagens.

Desse modo, é mais do que necessário encarar uma série como Gossip Girl da maneira como ela foi concebida. Formatada para ser uma série adolescente, estilo novela, cuja trama gira em torno da alta sociedade de Nova York, assunto que, por isso só, já parece inundado de personagens frívolos e mimados.

Como um dos pontos centrais, está a desconhecida Gossip Girl, no brasil a Garota do Blog. A narradora que amarra todas as histórias e posta as fofocas dessa alta sociedade, aspecto mais inverossímil da história já que a tal fofoqueira precisaria de muitos olheiros para cobrir tudo o que se passa na série.

Tirando esse detalhe, a trama centra-se nas personagens da elite de um colégio e nos dramas superficiais de suas vidas. Simbolizando a idéia de pobres meninos ricos. Mostra o embate de duas amigas que tiveram problemas por causa de seus namorados, Blair Waldorf e Serena van der Woodsen, os amigos que são inseparáveis, Nate Archibald e Chuck Bass, e, como não poderia deixar de faltar, a dupla de patinhos feios da alta sociedade, dois irmãos que só estão na escola graças aos próprios esforços e funcionam como uma bússola do bem na trama, Dan e Jenny Humphrey.

Não é necessário um olhar mais apurado para constatar que seu enredo não possui tanta profundidade. Apenas aponta a história de adolescentes além da classe média, e todos os embates e a falta de moral que estão em seu círculo.

Justamente por essa despretensão que a série consegue entregar aquilo que o público deseja. Uma história açucarada de intrigas, reviravoltas com suas doses de sexualidade que, normalmente, soaram incoerente, mas que, dentro do universo levemente apodrecido da série, rende boa dinâmica e funciona.

Como uma série voltada para um público adolescente, cujo única missão é criar um entretenimento rasteiro – como era a intenção da extinta The O.C. - Estranhos no Paraíso – sua primeira temporada flui muito bem. Há toda uma rede de pequenas brigas, revelações amorosas e outros ganchos dignos de novelas mexicanas.

É inegável que o bom trabalho de seus produtores que entregam, ao menos, aquilo que seu público procura. Com esse parâmetro, é impossível não afirmar que a produção é até simpática. Evidente que pode desaparecer de suas lembranças rapidamente, mas ao menos, ao contrário de outras séries do gênero, rende uma boa diversão.

Mas, esqueçam essa bobagem que há por trás da série de querer chocar, não há nada aqui que não foi explorado por outras séries, séries de verdade, de maneira mais brilhante e coesa.


segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

A Semana Em Filmes: (06 a 12 de Dezembro)

O Amor Pede Passagem (Management)

Dir. Stephen Belber


Ainda que tal argumento seja polêmico para os fanáticos, muitos consideravam a atriz Jennifer Aniston como a mais insossa do sexteto de F.R.I.E.N.D.S. Porém, desses fatos curiosos, foi ela a primeira a se dar bem no cinema e, as vezes, conseguir produções de destaque. Ultimamente a atriz mantêm-se no mesmo papel romântico de sempre, raras vezes entregando uma interpretação um pouco diferente.
O Amor Pede Passagem é, justamente, uma dessas produções que beiram o patamar da inadequação por conta de sua trama comum. Nela, Aniston é uma vendedora que, em uma viagem, para em um hotel de beira de estrada em que o pacato Steve Zahn é um gerente noturno. Como a vida na cidade é zero, o rapaz logo se interessa pela moça e ela, em um primeiro contato, deixa-o passar a mão em seu traseiro. Sim, com direito a empina-lo e aguardar pelo toque.
Esse belo início é o arranque para que o rapaz ache que Aniston é a mulher de sua vida e vai até sua cidade natal at
rás dela. A produção tem reviravoltas bobas do gênero como um ex-namorado que volta a namorar a mocinha – um Woody Harrelson que deve estar necessitado de uns trocados.
A comédia romântica não emplaca em momento algum. O único sentimento possível de retirar dessa produção é um suspiro aliviado quando os créditos começam a subir. Uma hora e meia que duram muito.




Contos do Dia Das Bruxas (Trick r Treat)

Dir. Michael Dougherty


Em meio a tanta pretensão em assustar, com produções cada vez mais mirabolantes, é um alívio encontrar um filme despretensioso que abusa da narrativa oitentista do gênero para agradar.
Enunciado já pelo título, Conto dos Dias das Bruxas passa-se no famoso Halloween americano e, numa mesma cidade como pano de fundo, apresenta quatro historietas bem ao estilo clássico. Abusando da mística do dia, traz a tona meninas inocentes, crianças que se arriscam na noite, vizinhos que parecem não ser o que são.
As histórias são bem amparadas pelos clichês, e são longe de assustas. Mas sua coesão e consistência é bem elevada, garantindo, ao menos uma boa diversão.
Evidente que a produção é, propositadamente, formatada para soar como um longa antigo, desses que vemos na televisão e guardamos na memória pelas cenas mais patéticas ou absurdas.
Para alguém como eu, que sempre gosta de acompanhar as produções de terror, e está cansado de clichês mal feitos e produções com roteiros rocambolescos, Conto dos Dias das Bruxas é apenas um filme de terror simples, e sendo assim, faz bem seu trabalho: diverte.




O Assassino do Alfabeto (The Alphabet Killer)

Dir. Rob Schmidt



Com grande pretensão e contornos de seriedade, O Assassino do Alfabeto tenta, sem sucesso, consagrar uma produção cujo mote é o fascínio pelos assassinatos baseados em fatos reais.
A produção é estrelada pela bonitinha e muito ordinária Eliza Dushku, que também produz o filme, nos fazendo imaginar que a própria atriz tenta partir para um lado sério da carreira mas sem conseguir.
Ela interpreta a detetive Megan Paige, encarregada do caso até ficar tão obcecada por ele, ao ponto de sofrer de alucinações e se matar. Assim, sua personagem fica dividida entre a loucura que o caso gera em si com a vontade de buscar o verdadeiro assassino.
Por causa de um roteiro mal elaborado, o enredo acaba por aprofundar mais a loucura da detetive do que dar a atenção devida aos assassinatos, deixando-os como mero detalhes. A interpretação de Dushku para sua detetive séria não poderia ser mais fracassada. É repleta de maneirismo e de um senso comum que se encaixa com o resto da produção.
É bem provável que daqui há alguns anos seja alarmado como grande estréia em um canal aberto, mas esqueçam, é bobagem.




Te Amo, Cara (I Love You, Man)

Dir. John Hamburg


Sob o aspecto social e antropológico, um homem quando se relaciona tem a tendência natural a se afastar um pouco dos amigos, ainda que esse movimento não seja muito sadio. Muitos costumam se dedicar completamente as suas esposas, ao ponto de, prestes ao casamento, concluir que nem mesmo tem um amigo daqueles que mal se vê para convida-lo para ser seu padrinho.
É assim que começa a busca de Peter Klaven por um amigo: como um homem que procura uma alma gêmea. Marca encontros com desconhecidos, apela para sites de relacionamentos, e, por acaso, acaba simpatizando com um rapaz que vai a uma exibição para vender a casa de um famoso, apenas para comer os quitutes que a apresentação possui.
A trama, que parecia ser muito engraçada em seu trailer, não funciona tão bem quando exibida integralmente. As poucas piadas que existem no longa, não emplacam tanto e há a sensação de que falta algo, ou muito, para que a produção se torne uma boa comédia do gênero.
O ator Paul Rudd, que interpreta a personagem principal, parece aquém de suas interpretações que foram destaque em O Virgem de 40 Anos e na sua passagem pela série Friends.
Até mesmo aqueles elementos tradicionais desse tipo de comédia, algumas situações bizarras, não são assim tão inspiradas. Tirando um fato cool da personagem e do amigo serem fãs do Rush, e com isso irem ao show da banda em uma aparição relâmpago dos mesmos, fica devendo.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

House - 6a temporada - Resenhas

Lista de Resenhas



quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Californication, Primeira Temporada

A derrota de um homem normal que se entrega a perdição


Ao que parecia, David Duchovny seria eternizado como o ator de um personagem só, ao viver Fox Mulder na série Arquivo-X. Tal afirmação mudou-se completamente quando o ator anunciou, com bastante empolgação, sua volta as séries de tevê em um projeto bem diferente, mas que teria bastante fôlego para lhe dar, de certa maneira, outra chance para mostrar sua competência em outro papel.

Devo avisa-los que não é a primeira vez que assisto a primeira temporada de Californication. Aproveitando uma promoção irresistível dela, não pensei duas vezes a adquira-la e fiquei surpreso com o que reassisti.

Em uma segunda impressão, nada se perde da série. Nem mesmo os ganchos que já sabemos, ainda são bem articulados sem a surpresa, como o frescor de novidade que a série introduz no mercado, outro acerto do canal Showtime.

Com apenas meia hora de duração cada episódio, é possível assistir a série tanto em seu viés dramático quanto em sua narrativa cômica. Na primeira vez que assisti a série, não lembrava-me de tantos momentos irônicos e engraçados, que me fizeram rir, como nesta segunda exibição. A boa dosagem entre drama e irônica cômica é perfeita e pincelam com perfeição a realidade da história.

Seu primeiro ano situa-se, aparentemente, logo após a separação do escritor Hank Moody com sua esposa, ainda que não oficialmente, Karen. Assim, no decorrer da série, presenciamos um homem perdido. Vivendo um pouco fora de seu tempo e que tenta se afogar na bebida e em mulheres a dor por perder a esposa. Cria-se um espiral vicioso de destruição de um homem que só descobre o que tinha quando se perde. Sua persona desiludida com nada a perder, solta diálogos repletos de espinhos e acaba sendo um veneno contra o politicamente correto. Não só na ambientação de Californication, mas como nas séries em geral.

Ainda que a história de Moody seja vestida de muito glamour decadente, e gere uma empatia natural no telespectador, é notável seu potencial auto-destrutivo e sua amargura. Nos aspectos mais profundos, seu desejo é reecontrar-se com a mulher que sempre amou e reatar a vida que não mais existe. Nesse aspecto, sua personagem ganha um contorno universal por se personificar nas diversas dores que todos tempos e que, por bem ou por mal, acabamos indo em frente, as vezes de maneira desenfreada.

A primeira temporada de Californication é irretocável e brilhante. Introduz elementos mais ácidos que seriam explorados na temporada seguinte e permanece incrível após a segunda exibição, em que detalhes desapercebidos foram devidamente notados.



terça-feira, 8 de dezembro de 2009

House - 6a temporada - Download


Lista de Downloads




06x01 e 06x02 - Broken

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06x03 - Epic Fail

[RMVB] - Legendado
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06x04 - The Tyrant

[RMVB] - Legendado
[Torrent] - Sem Legenda



06x05 - Instant Karma

[RMVB] - [LINK 2] Legendado
[Torrent] - Sem Legenda



06x06 - Brave Heart

[RMVB] Legendado
[Torrent] - Sem Legenda



6x07 - Knows Unknows

[RMVB] [LINK 2] - Legendado
[Torrent] - Sem Legenda

6x08 - Teenwork

[RMVB] - Legendado
[Megaupload] Sem Legenda
[Torrent] - Sem Legenda



06x09 - Ignorance Is Bliss

[RMVB] Legendado
[Megaupload] Sem Legenda



06x10 - Wilson

[RMVB] - Legendado
[AVI] - Sem Legenda
[Torrent] - Sem Legenda